quinta-feira, 27 de maio de 2010

A computação gráfica a serviço do espetáculo.

Sou do tempo do velho e bom Atari, com seus gráficos impressionantes e trilhas sonoras repetitivas, capazes de enlouquecer qualquer um hoje em dia. No primeiro CARTUCHO de futebol que ganhei, o jogo era com 3 jogadores pra cada lado, se mexendo simultaneamente. No segundo, já era uma galera pra cada lado, um gráfico aprimorado (mas nem tanto), com jogadores correndo como galinhas sem cabeça para todos os lados, numa espécie de "showball" sem lateral.

Os anos passaram e os Play Station´s da vida tomaram conta do mercado dos games. Mercado esse em que eu sou um completo ignorante, embora nos raros momentos em que me encontro com um vídeo game na casa de algum amigo esqueço do mundo. O mais bonito da evolução dos cartuchos para os discos, é a existência do carrinho e cartão amarelo. No meio daquele monte de botão dos joysticks atuais, na contramão do saudoso Atari e seu único botão, existe um só pro carrinho!

No que diz respeito aos gráficos, obviamente não há comparações. Os games estão quase atingindo a perfeição. Digo quase, porque ainda há o que melhorar, como o movimento da bola e a precisão na hora de acertar o tornozelo do adversário:

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